sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Graça e o Ópio Religioso



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A Graça e o Ópio Religioso by Bruno da Hora is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.

São sete e trinta da noite, sou o pregador da noite.
Estava empolgado...
A igreja estava lotada e era culto de jovens. Seria ouvido por, pelo menos, quinhentos jovens.
Quando entro nas dependências da igreja, meio que de supetão, um diácono me cerca e me leva ao gabinete pastoral:

- Por favor, amado, fique à vontade. Eu lhe chamo assim que for a hora.

Uau! Que gabinete! Tinha um sofá-cama! Até uma mini televisão em que o pastor poderia assistir ao culto!

Ganhei até um copo de suco de uva e alguns brioches, mas, como nem só de brioches vive um pregador, o pastor queria conhecer o jovem pregador. Confesso que o “muito prazer”, no apertar de mãos, já estava se tornando em “tirem-me daqui”, depois de uma hora inteira de tormentos, em uma conversa que jazia num vazio espiritual. E, em meio aos convites que recebi para mudar de ministério (imaginem), e ainda ser remunerado para liderar um tipo de seminário local, ainda tive que ouvir o “grand finale”:

- Estamos no tempo da Graça! É honra para o teu ministério!

Logo depois, o diácono me chama numa porta, cuja saída levava direto à plataforma. Era hora de pregar.

Os brioches pesaram...

E agora? Como pregar? Ainda estava pasmado. Não pelo convite (não encheu os olhos), nem pela quantidade de brioches que comi (não foram poucos), mas porque pregaria numa igreja em que o seu pastor usava de exegese equivocada e uma hermenêutica tendenciosa.

Quem não vive e não conhece a Graça, tem como única alternativa uma experiência religiosa, o “deus-instituição”, criado para satisfazer sua sede empresarial e seu sucesso pessoal. E o Reino? Oras... não sei.

Preguei uma hora inteira sobre a verdadeira graça. Foi como chuva no deserto.

Percebi que os dogmas (o que pensamos disto) já viraram axiomas (temos certeza disto) em algumas igrejas.

A Lei segundo os intentos humanos.

Percebi que o erro era histórico. Uma dislexia na observância das Escrituras, que compreendem os equívocos de Constantino em estatizar a Fé (interessante para Roma) onde se agregavam pessoas a uma religião corrompida, que, sem o acompanhamento espiritual e sem o discipulado, transformou-se uma geração de novos fiéis até a igreja de hoje.

Antes: os membros da “igreja-estado”; agora: os membros da “instituição-igreja”.

Diagnóstico: Fé na tradição, relíquias (objetos sagrados), pagamento de indulgências (um passaporte de viagem direta ou indireta (uma passadinha pelo purgatório) para o céu.

A Igreja estava desfigurada!

Prognóstico: Falência!

A Graça travestida em Lei. A Lei da Graça? Sim!

Um tempo depois, surge um louco! Isso mesmo! Um louco igualzinho àquele de 1Coríntios 1:18: “Pois a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus”.

Herege! Um doutorzinho em Teologia que lecionava na Universidade de Wittenberg, estava atirando pedras num gigante de armadura. Martinho Lutero, cujo nome em alemão era Martin Luther, entendeu o verdadeiro Evangelho. Conheceu a Verdade. Foi liberto.

Aliás, quem gosta muito de Bíblia, ou é herege ou é doente!

Ele mesmo escreveu os Cinco Solas na Reforma Protestante. Estas verdades distinguem historicamente, os evangélicos dos católicos romanos, que creem na tradição (em acréscimo à Bíblia), nas obras (em acréscimo à fé e à graça), nos santos mortos (em acréscimo a Cristo), o que resulta na glória do homem (em acrécimo à glória de Deus):

Sola Gratia: Somente a (pela) graça;
“Reafirmamos que, na salvação, somos resgatados da ira de Deus unicamente pela Sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.

Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias, humanas, por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não regenerada.”

Sola Fide: Somente a (pela) Fé;
“Reafirmamos que a justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Na justificação, a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer à perfeita justiça de Deus.

Negamos que a justificação se baseia em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.”

Sola Scriptura: Somente a Escritura (como regra de fé);
“Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação Divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia, sozinha, ensina tudo o que é necessário para a nossa salvação do pecado e é o padrão pela qual todo o comportamento cristão deve ser avaliado.

Negamos que qualquer credo, Concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente. Que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando algo que está exposto na Bíblia, ou, ainda, que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.”

Solus Christus: Somente (por) Cristo;
“Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e Sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.

Negamos que o Evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e Sua obra não estiverem sendo invocadas.”

Soli Deo Glória: Glória somente a Deus.
“Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-Lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus e para Sua glória somente.

Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto estima e a autorealização se tornem opções alternativas ao Evangelho.”

Precisamos de mais hereges como Lutero!

Onde estão os loucos?

Voltamos à igreja Medieval!

A Graça está sem graça e a Fé é um amuleto.

A igreja de Hoje:

Homem pelo Homem;
O favor de Deus para o homem;
Pregações de autoajuda voltadas aos crentes;
A bênção acima do Deus detentor da bênção;
Visão empresarial;
Apóstolos, semideuses...
Paganismo na igreja;
Tradições;
Misticismo e crendices no lugar da fé.

A igreja Medieval:

Venda de indulgências;
Salvação e obras;
Maria e outros “santos”, os intercessores;
Tradição (um axioma depois do dogma);
Glória ao Papa, relíquias e “santos”.

A igreja Primitiva:

Salvação pela Fé (somente);
Salvação e Graça (puro amor incondicional);
Cristo intercessor e Salvador (o Único);
Escritura (exclusão da tradição);
Glória somente a Deus.

Está na hora de uma Reforma para uma igreja disforme, que se conforma com o mundo e adere às suas concupiscências.

Escuto o absurdo, quase todos os dias, e quando acredito que acabou, vejo o ridículo:

Campanha do fechamento de corpo
Campanha da distribuição dos sete elementos “sagrados”: sal, arruda, enxofre, nardo, óleo, água do Rio Jordão e aroeira.
A distribuição da Rosa “ungida”
Propaganda dos poderes proféticos: “Meu amor voltou! Bispo evangélico faz oração forte e traz rapidamente o amor de volta”. “Profetiza X. Ela tem o dom espiritual! Traga uma peça de roupa para ser revelada.”

Está assustado? Eu também fiquei. Escute o absurdo, veja o ridículo e não se contamine! Isso é anátema (Gl 1:9).

Imagino o apóstolo Paulo visitando as igrejas evangélicas nos dias de hoje. Se ele ficou admirado com a velocidade que os crentes das igrejas da Galácia migraram da Graça para um “outro evangelho” (Gl 1:6), imagine se visse nossa apostasia nominal à “macumba evangélica”?

Esse lixo tem sido cheiroso para os “papas” desta “igreja” pós-moderna (claro que temos exceções) e o líquido fétido que dele escorre. É ópio vicioso aos ignorantes.

A graça vira Lei.

A Lei exige a obra, pois a exigência da Lei se abranda pelo cego cumprimento dos procedimentos. Já a graça nada exige, e de forma nenhuma nos deixa libertinos, pelo contrário, desnuda a frágil natureza incapaz de regeneração, nos constrange por meio de de uma justificação injustificável, uma absolvição sem sentido que pelo simples fato de amar, de tal maneira, criou uma ponte entre o amor de Deus (misericórdia) e o homem (através da fé) pelo sóbrio conhecimento da Verdade que gera libertação.

Cristo é a encarnação da graça, o caminho em que a fé do homem se encontra com a misericórdia de Deus em que o amor divino somado, à fé do indivíduo, gera a salvação.

Além disso, ao afirmarmos qualquer forma de salvação ou relação com Deus baseada nos princípios de causa e efeito, ilegitimamos a Cruz, anulando-a, e tornando o sacrifício do Cordeiro um luxo desnecessário, pois, “há” muitas outras formas de se tentar agradar a Deus. Não há! Ele é o condutor da misericórdia.

Nosso Deus (o Verdadeiro) é simples para salvar e abençoar por amor, o “deus-igreja” que criamos é exigente na lei e se curva às barganhas religiosas.

Por Ele, que nos livrou do ópio religioso dando o entendimento da graça, escrevo.

Ev. Bruno da Hora
Soli Deo Gloria

Bruno da Hora é, Evangelista, Diretor Distrital de Educação, Superintendente EBD na igreja local, bacharelando em Teologia e Administração de Empresas.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Mantras e Extravagâncias

Artigo de João A. de Souza Filho
Fonte: http://www.vidaacademica.net/

Estou preocupado com duas tendências negativas, muito fortes no meio musical das igrejas brasileiras. A primeira diz respeito a nova onda da adoração extravagante. Os cantores e editores resolveram utilizar uma palavra negativa em seus cds e livros, pois ouve-se, agora, sobre adoração extravagante! Consulte qualquer dicionário e verá que a palavra extravagante não tem o mesmo sentido que lhe querem dar. O sentido dela é mais negativo que positivo!

O Dicionário Português Michaelis, por exemplo, dá a seguinte definição para extravagante: 1 Que extravaga. 2 Estulto, imbecil, insano, insensato. 3 Estróina, gastador. 4 Esquipático, esquisito, singular. 5 Que anda fora do seu lugar. s m+f Pessoa que tem vida irregular e dissipadora. Com a palavra os adoradores extravagantes e os editores do livro da Marlene, da Igreja Hillsong da Austrália que editaram Adoração Extravagante! Eis o problema dos tradutores: dar o mesmo sentido do inglês a uma palavra em português!

Já entendi. Eles querem dizer adoração extravasante, que se derrama, que se extravasa, como um rio que sobe pela ribanceira, ou a água que transborda do copo, etc. Escrevi a esses que titularam cds e livros avisando-os do sentido duplo e dúbio da palavra, mas não fui ouvido!

Não há dúvidas de que se vê muita extravagância nos cultos e reuniões da igreja, como se, para adorar a Deus tivéssemos que assumir outra personalidade. Para esses cabe bem o título de extravagantes, mas não para o verdadeiro adorador que adora a Deus em espírito e em verdade!
Porque adoração não é um momento de levantar as mãos, de se prostrar ou de coreografar, adoração é um estilo de vida que pode incluir essas coisas, mas redunda, basicamente, numa vida de devoção e de serviço! Resumindo, a maioria dos cantores e pregadores está confundindo adoração como um momento de culto, quando na realidade, adoração é um estilo de vida!

Minha segunda preocupação diz respeito aos "mantras" na maioria dos cultos de adoração. Deixe-me explicar uma coisa: Quando o adorador penetra no mundo espiritual transita entre o falso e o verdadeiro, entre o divino e o satânico, porque penetra no campo da mística ou das revelações. Três dos dons espirituais são de revelação: palavra de conhecimento, sabedoria e discernimento de espíritos, porque o que se vê e se recebe nessa área transcendem a razão; estão além do conhecimento humano, daí a necessidade do discernimento de espíritos que permite julgar a fonte do conhecimento e da sabedoria! E na adoração, a música penetra nesse campo transcendental.

Paulo aborda essa questão quanto ao orar em línguas, porque é algo tão sobrenatural que o espírito ora, mas a mente fica infrutífera! Daí que a experiência cristã é, ao mesmo tempo, mística e pragmática. Quando se ora em línguas é mística; quando se interpreta, o Espírito Santo traz a revelação ao nível do entendimento humano, porque a vida cristã não é de mistério, mas de revelação! Ele diz: "Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente". E na adoração com música canta-se com a mente, mas também com o espírito!

Quando se canta no espírito entramos no mesmo terreno do falar em línguas - nada se entende a menos que haja interpretação! O cântico espiritual é dinâmico, melódico, tem altos e baixos e um cântico difere do outro! Em melodia e em letra. E varia de uma pessoa para outra. A questão é que o mantra e o cântico espiritual operam no mesmo terreno espiritual em que a divisa, ou fronteira entre os dois é também espiritual, tênue, imperceptível! Se o adorador não tiver discernimento poderá entrar ou ser levado pelo dirigente de adoração a cantar mantras em vez de cânticos espirituais.

E muita de nossa adoração foi invadida pelos mantras coletivos de nossos cultos, em que refrões, ou repetições, a mesma "batida" do ritmo, a repetição de sons e frases confundem-se com cânticos espirituais e não são!

O mantra budista tem sons e palavras desconhecidas e misteriosas, tal qual no cântico espiritual - em línguas. O cântico espiritual em línguas segue o mesmo padrão, porque é falado em "mistério", numa língua estranha! A diferença está que no "mantra" a pessoa é induzida, mas no cântico espiritual é uma operação do Espírito Santo. A semelhança ocorre quando o líder de adoração induz as pessoas, às vezes de forma imperceptível, com a mesma frase, ritmo, batida de tambores, etc. Depois, aquele som e ritmo ficam martelando na mente todo dia!

O verdadeiro cântico espiritual é conduzido pelo espírito, e não induzido por alguém, por música ou por batidas de instrumentos! Ele é melódico, tem altos e baixos. Se colocado num gráfico pode-se averiguar a diferença entre os dois. Se pudéssemos colocar o mantra num gráfico, perceberíamos que ele não tem altos e baixos, é quase reto...

Alguns dos dirigentes de adoração trazem mantras enrustidos em seus cânticos, que, ao fim deixam o adorador "prostrado", não no sentido de prostração voluntária, de quebrantamento, mas de uma adoração depressiva, compulsória, em que o lamento e dor não dão espaço a alegria e gozo. Ao fim de uma hora ouvindo-se certas melodias sentimo-nos verdadeiros trapos humanos! Seria bom que alguns dirigentes de louvor estudassem mais a fundo o poder oculto da música! A verdadeira adoração tem esse "fundo" de tristeza e quebrantamento, mas também o "pico" de gozo e alegria!

Portanto, percebo que nossa vigilância não deve ficar restrita apenas ao português que usamos - como no caso da extravagância - mas também ao mundo espiritual. Aliás, no português todos tropeçamos, mas não devem ocorrer tropeços quando se trata de coisas espirituais, pois nos tropeços espirituais é que o Diabo ganha terreno!

Alguns pontos sobre adoração

Por Bruno da Hora (Ministério Louvor e Vida)

Abel e Abraão
Acredite na simplicidade da adoração, como a de Abel e Abraão que ofereciam sacrifícios em adoração a Deus espontaneamente, sem que a lei ordenasse. Simples adoração, fundamentada na ação divina, na fé, no favor que não pode ser trocado por apelos emocionais. Uma expressão de amor àquele que era, que é e que há de vir.

Bartimeu
Jesus, filho de Davi... Clamava Bartimeu. Adoração sem igual. Um cego que jamais viu o rosto de Jesus ou mesmo havia presenciado um milagre sequer, fez o que os fariseus não fizeram: reconheceu em sua declaração que Jesus era o messias. Tal homem destacou-se com o seu clamor mesmo estando longe da multidão, à beira do caminho, tocando o mestre de uma forma diferente, pois primeiro adorou, e depois colocou as suas necessidades em questão.

Estevão, Paulo e Silas
Ser íntimo de Deus é uma forma de adoração. Tal como Estevão que no momento em que foi apedrejado por pregar o evangelho, sentindo as dores das pedras que trincavam seus ossos, viu a Jesus, não assentado em seu trono, mas sim em pé à direita de Deus para recebê-lo, e disse: "Senhor, Jesus, recebe o meu espírito". Deus foi tocado por Estevão. Paulo e Silas que após serem açoitados em uma prisão, não tinham platéia para ouvi-los, não tinham aplausos, adoraram com um cântico que fez estremecer os alicerces da prisão. Deus foi tocado por eles.

Você
Então, o que é adoração? Não podemos ensiná-lo. Nenhuma "escola ou seminário de adoradores" poderá lhe ensinar, no máximo, como emocionar as pessoas com eficiência. Encontre a resposta em você. Conseguiria viver sem Deus? Anseia estar perto de Dele? Busque-o com todo o coração e não queira somente que a glória venha encher a sua igreja, mas que o trono de Deus se encha da fumaça que o incenso de sua adoração produz. Aproveite cada momento, faça valer cada segundo que Ele pagou na cruz para estar exclusivamente ao seu lado.

Time da Convenção Regional 2007 - Sudeste


Da esquerda para a direita (em pé): Rose, Denny, Amanda, Vanessa, Pr. José Wedson, Elisângela, Pr. Petter, Dr. Dennis McGuire, irmã Rose McGuire, Agilson, Bruno Gomes, Renata, Raquel, Bruno da Hora e Mara. Da esquerda para a direita (agachados): André, Gil, Rafael, Thiago e Matheus.

A Convenção Regional foi um evento marcante. Um momento perfeito para adorar a Deus e fortalecer a comunhão entre irmãos de toda a região sudeste. Esperamos encontrá-los novamente em Grussaí, no Congresso Regional dos Ministérios Feminino, Juvenil e Adolescentes da Região Sudeste.

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